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Cinema, Vídeo, Godard

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Cinema, Vídeo, Godard: separados por vírgulas, os três termos do título deste livro poderiam sugerir simples acumulação ou justaposição de assuntos independentes. E, a bem da verdade, os nove capítulos que o compõe podem perfeitamente ser lidos em separado, como aquilo que também são: ensaios estimulantes, escritos entre 1987 e 2002, sobre figuras e temas de real interesse Cinema, Vídeo, Godard: separados por vírgulas, os três termos do título deste livro poderiam sugerir simples acumulação ou justaposição de assuntos independentes. E, a bem da verdade, os nove capítulos que o compõe podem perfeitamente ser lidos em separado, como aquilo que também são: ensaios estimulantes, escritos entre 1987 e 2002, sobre figuras e temas de real interesse nos debates recentes em torno do vídeo e do cinema - especialmente o contemporâneo. Assim, em suas discussões (ora mais desenvolvidas, ora mais concisas) sobre, por exemplo, Godard, Nam June Paik, Peter Campus, Nicholas Ray, Win Wenders, a impressão de realidade suscitada pelas tecnologias da imagem ou a estética do vídeo, encontraremos uma boa amostra do talento de Philippe Dubois, já conhecido do leitor brasileiro desde "O ato fotográfico" (seu livro sobre fotografia). Embora admita tal leitura "no varejo" (legítima e proveitosa, vale repetir) dos ensaios que reúne, o livro cresce quando o tomamos em seu movimento geral, atentando para a coerência de sua problemática, do seu ponto de vista e da sua estratégia de abordagem. Com a exceção do primeiro capítulo (que ajuda a banalizar os demais), o autor está sempre tratando, de um modo ou de outro, da emergência do vídeo como tecnologia da imagem, e dos vínculos que criou com o cinema. A perspectiva adotada é a de uma estética comparada, capaz de alternar discussões propriamente teóricas (como a da natureza do vídeo ou a das dificuldades de lhe transplantar conceitos herdados do cinema) com outras de caráter histórico (como a da interação entre o cinema e o vídeo nos anos 70 e 80, ou a de certas tendências do cinema e do vídeo autorais do período). Sem pretensão de exaustividade e sem a rigidez de um tratado, sua abordagem é extremamente dinâmica, o que lhe permite variar os ângulos de exame, cercando seu objeto por aproximações sucessivas e complementares: o vídeo no cinema, o cinema no vídeo, o vídeo e o cinema, o estatuto do vídeo na obra de Godard, e assim por diante. (via www.2001video.com.br)


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Cinema, Vídeo, Godard: separados por vírgulas, os três termos do título deste livro poderiam sugerir simples acumulação ou justaposição de assuntos independentes. E, a bem da verdade, os nove capítulos que o compõe podem perfeitamente ser lidos em separado, como aquilo que também são: ensaios estimulantes, escritos entre 1987 e 2002, sobre figuras e temas de real interesse Cinema, Vídeo, Godard: separados por vírgulas, os três termos do título deste livro poderiam sugerir simples acumulação ou justaposição de assuntos independentes. E, a bem da verdade, os nove capítulos que o compõe podem perfeitamente ser lidos em separado, como aquilo que também são: ensaios estimulantes, escritos entre 1987 e 2002, sobre figuras e temas de real interesse nos debates recentes em torno do vídeo e do cinema - especialmente o contemporâneo. Assim, em suas discussões (ora mais desenvolvidas, ora mais concisas) sobre, por exemplo, Godard, Nam June Paik, Peter Campus, Nicholas Ray, Win Wenders, a impressão de realidade suscitada pelas tecnologias da imagem ou a estética do vídeo, encontraremos uma boa amostra do talento de Philippe Dubois, já conhecido do leitor brasileiro desde "O ato fotográfico" (seu livro sobre fotografia). Embora admita tal leitura "no varejo" (legítima e proveitosa, vale repetir) dos ensaios que reúne, o livro cresce quando o tomamos em seu movimento geral, atentando para a coerência de sua problemática, do seu ponto de vista e da sua estratégia de abordagem. Com a exceção do primeiro capítulo (que ajuda a banalizar os demais), o autor está sempre tratando, de um modo ou de outro, da emergência do vídeo como tecnologia da imagem, e dos vínculos que criou com o cinema. A perspectiva adotada é a de uma estética comparada, capaz de alternar discussões propriamente teóricas (como a da natureza do vídeo ou a das dificuldades de lhe transplantar conceitos herdados do cinema) com outras de caráter histórico (como a da interação entre o cinema e o vídeo nos anos 70 e 80, ou a de certas tendências do cinema e do vídeo autorais do período). Sem pretensão de exaustividade e sem a rigidez de um tratado, sua abordagem é extremamente dinâmica, o que lhe permite variar os ângulos de exame, cercando seu objeto por aproximações sucessivas e complementares: o vídeo no cinema, o cinema no vídeo, o vídeo e o cinema, o estatuto do vídeo na obra de Godard, e assim por diante. (via www.2001video.com.br)

35 review for Cinema, Vídeo, Godard

  1. 5 out of 5

    Yuri

  2. 5 out of 5

    Rafael Campos

  3. 5 out of 5

    Waleska

  4. 4 out of 5

    Fernando Pereira

  5. 5 out of 5

    Matheus Siqueira

  6. 4 out of 5

    Herman Schmitz

  7. 5 out of 5

    José Carlos Marques Aleixo

  8. 4 out of 5

    Bruno Oyama

  9. 5 out of 5

    Fernanda Cavalcanti

  10. 5 out of 5

    João Vitor

  11. 5 out of 5

    Julherme José Pires

  12. 4 out of 5

    Pollyanna Marques Braga

  13. 4 out of 5

    Matheus Massias

  14. 5 out of 5

    Laura

  15. 5 out of 5

    K

  16. 5 out of 5

    Ana

  17. 5 out of 5

    Diego Vargas

  18. 5 out of 5

    Priscila Kubo

  19. 4 out of 5

    Reno Beserra

  20. 5 out of 5

    Rosario Zapponi

  21. 5 out of 5

    Tetetavares

  22. 4 out of 5

    Lika Nóbrega

  23. 4 out of 5

    Laura Etc

  24. 5 out of 5

    Ale Pa

  25. 4 out of 5

    Lais Lopes

  26. 4 out of 5

    Willian Carvalho

  27. 4 out of 5

    Bruno

  28. 5 out of 5

    Renan Virginio

  29. 5 out of 5

    atelier dc

  30. 4 out of 5

    Jeibi Medeiros

  31. 4 out of 5

    Samantha Vale

  32. 4 out of 5

    hami

  33. 5 out of 5

    Julieta Radicich

  34. 5 out of 5

    Txai

  35. 4 out of 5

    Hao Hu

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